Ativo imobilizado: gestão digital vira exigência corporativa
Ativo imobilizado: gestão digital vira exigência corporativa é a preocupação que tem dominado reuniões de diretoria e auditoria em empresas de todos os portes. Especialistas alertam que, mesmo com a expansão do SPED e das normas do CPC 27, muitas organizações ainda dependem de planilhas para monitorar bens de alto valor, expondo-se a falhas de compliance e inconsistências contábeis.
Planilhas já não acompanham a complexidade patrimonial
Embora úteis para análises pontuais, planilhas carecem de recursos para rastrear transferências de máquinas, frotas ou equipamentos de TI entre filiais e centros de custo. A ausência de histórico detalhado dificulta a trilha de auditoria e pode comprometer a conciliação físico-contábil. Cálculos de depreciação realizados manualmente ficam sujeitos a fórmulas corrompidas e versões divergentes em diferentes departamentos.
Software especializado reforça governança e compliance
As grandes corporações costumam recorrer a ERPs robustos fornecidos por IBM, Oracle ou Sispro. Esses sistemas suportam estruturas de capital complexas, porém exigem longos projetos de implantação e investimentos milionários. Para Pequenas e Médias Empresas, o desafio é encontrar soluções que combinem confiabilidade com custo viável.
Alternativa SaaS atende ao middle-market
Ferramentas em nuvem no modelo SaaS surgem para preencher a lacuna entre planilhas e ERPs globais. Um exemplo citado pelo mercado é o Software Patrimonial AXS, desenvolvido pela AXS Consultoria Empresarial. Por meio de assinaturas mensais ou anuais, a plataforma oferece controle automatizado de depreciação, registro de movimentações e atualizações constantes para acompanhar mudanças legislativas, sem demandar infraestrutura de TI interna.
Papel estratégico do profissional contábil
Contadores e controllers assumem agora a função de consultores de negócios, orientando a alta gestão sobre a necessidade de proteger investimentos em bens de capital. Manter milhões de reais em ativos sob controle manual tornou-se incompatível com as exigências atuais de governança corporativa e auditoria independente.
A transição para sistemas integrados já está ao alcance de organizações de qualquer tamanho. Cabe aos responsáveis pela área financeira avaliar soluções adequadas ao porte da empresa e conduzir a migração que colocará o patrimônio sob vigilância em tempo real.
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